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Beiras
3 dias de histórias

roteiro

3 dias de histórias

Conheça o Património Religioso de Trancoso, Meda, Pinhel, Figueira CR, Almeida, Sabugal e Guarda

1º Dia Trancoso, Mêda, Pinhel - Manhã

Visite o Castelo de Trancoso

Desde 936 e durante toda a Idade Média, desempenhou o papel de importante escudo em terra de fronteiras instáveis. Da sua origem, sobreviveu até hoje a Torre de Menagem, um dos ex-libris da arquitetura militar portuguesa. Em 1921 foi classificado como Monumento Nacional.

Visite a Igreja de Nossa Senhora da Fresta

Conheça um dos templos mais antigos de Trancoso: a Igreja de Nossa Senhora da Fresta, que data do séc. XII. Descubra todas as suas histórias, lendas e tradições.

Contemple a Capela de Santa Luzia

Descubra este belíssimo exemplar da arquitetura do séc. XII, de estilo românico de transição para o gótico. O portal adicionado no séc. XVIII pensa-se que terá pertencido ao extinto Convento de Santa Clara. 

Almoço

Aldeia Histórica de Marialva

Ao entrar na Aldeia Histórica de Marialva, fica-nos a sensação de que entramos num cenário histórico. As ruas ladeadas por edifícios resistentes ao tempo, conduzem-nos à cidadela cercada por muralhas. No interior, destaca-se a Praça, solenemente assinalada pelo Pelourinho e pelo edifício da antiga Casa da Câmara, mas também o tribunal e a cadeia do século XVII; alguns metros mais à frente, a torre de menagem e a Igreja de Santiago e a Capela da Misericórdia são verdadeiros tesouros protegidos pelo passar do tempo.

Visite a Igreja Paroquial de Marialva ou Igreja de São Pedro

Localizada em plena Aldeia Histórica, a Igreja Paroquial de Marialva nada preserva do templo românico referenciado desde o século XIII. O que irá ver pensa-se que tenha sido construído nos séculos XV/XVI, por iniciativa da Ordem de Cristo, em honra de São Pedro. Daquela época subsistiram a cachorrada biselada e isenta de decoração presente na parede norte e as pinturas murais localizadas na nave. Na pintura mural mais antiga (c.1510 e c. 1530), localizada na zona do antigo púlpito, está representado o martírio de São Sebastião.

Visite a Torre de Menagem e Castelo de Pinhel

A data de construção é um mistério para os historiadores, mas neste local acredita-se ter existido uma fortificação da época romana. Neste Castelo, os destaques vão para a Torre de Menagem, para três cisternas que sobrevivem ao passar dos tempos. Tente descobrir as seis portas que rasgam as suas muralhas para o receber.Subsistem duas torres defensivas da cerca, a Torre da Porta da Vila ou da Cadeia Velha e a de São Tiago.

Pare na Igreja de Santa Maria do Castelo

Pare na Igreja de Santa Maria do Castelo
Erguida no interior de muralhas góticas, um vislumbre de arcaísmos românticos – descubra a Igreja de Santa Maria do Castelo, com existência terrena conhecida desde 1260. São vários os pormenores merecedores da sua visita – o arco do portal, a Pia Batismal com as suas decorações. Nesta última, especial atenção à imagem das Santas Mães, composta por três figuras sentadas – a Virgem e o Menino ao colo de Santa Ana – em ambiente de grande intimidade doméstica. A obra-prima, que obteve enorme aceitação pela espiritualidade da época, é da autoria de Diogo Pires, o Velho. 

Visite a Igreja Paroquial de Pinhel ou Igreja de São Luís
O mosteiro de religiosas da Regra de São Francisco e respetiva igreja, dedicados a São Luís de Tolosa (1274-1297), foram fundados entre 1596 e 1602, durante o reinado de Filipe III. Do enorme projeto subsistiu, entre outras estruturas, a Igreja, entretanto erigida Catedral nos sécs. XVIII/XIX. Tome o seu tempo, para contemplar a decoração interior seiscentista composta por talha, pintura e azulejos. 
40.775219, -7.062422

Contemple a Igreja do Senhor da Coluna
Mosteiro da Senhora da Coluna para uns, Igreja da Santíssima Trindade para outros, terá sido construída no século XIV, conservando, todavia, características arcaizantes, associadas à resistência românica em contextos geográficos de periferia, face aos grandes estaleiros artísticos. São as suas ruínas que nos permitem imaginar a sua história. As quatro mísulas, por exemplo, dispostas na horizontal sugerem a existência de um alpendre associado ao templo, típico das igrejas rurais de romaria e peregrinação. A existência do passo da Paixão no alçado Norte diz-nos, por outro lado, que terá sofrido obras mais recentemente. Venha descobrir esta e tantas outras histórias de outros tempos. 
40.779162, -7.060898

2ª Dia Figueira Castelo Rodrigo, Almeida - Manhã

Figueira Castelo Rodrigo

Explore Figueira Castelo Rodrigo
Bem-vindo a Figueira de Castelo Rodrigo, vila conhecida pelas cores das suas amendoeiras em flor, pelos seus hectares de vinha, amendoal e olival, gastronomia ímpar e povo acolhedor.
40.894879, -6.963550

 

Visite a Igreja Matriz de Figueira de Castelo Rodrigo
Um edifício de arquitetura maneirista com alguns elementos barrocos. No exterior, fachada plana com torre quadrangular anexa. No interior, um altar-mor barroco dourado, rematado por um conjunto escultórico de anjos, músicos e coro, assente em arco abatido. Um excelente exemplo arquitetónico do final do século XVII.
40.897664, -6.962724

 

Refresque a sua visita através numa das quatro cabeças de criança que servem de bicas no Chafariz dos Pretos. 
40.894879, -6.963550

 

Igreja de Nossa Senhora do Rocamador e Igreja e Visite a Igreja Paroquial de Escalhão ou Igreja de Nossa Senhora dos Anjos

No séc. XII estabelecia-se em Portugal uma nova Ordem religiosa – a Ordem de Santa Maria de Rocamador, com a sua Confraria dos Frades Hospitalários, cuja principal missão era prestar apoio aos peregrinos que se dirigiam a Santiago de Compostela. Estando a remota vila de Castelo Rodrigo integrada na rede medieval destas rotas de peregrinação, natural era que a sua Igreja Matriz se estabelecesse como abrigo para os caminhantes que por ali passavam. Uma construção do período gótico, que preserva ainda alguns vestígios de campanhas de obras seiscentistas e barrocas. Preste especial atenção ao teto da capela-mor, de caixotões de madeira de castanho, do século XVIII e às esculturas quinhentistas de São João Baptista, Nossa Senhora da Dores e de São João Evangelista atribuídas a Arnao de Carvalho, mestre marceneiro, de origem flamenga, sediado em Lamego, com atividade no primeiro terço do século XVI. 

Igreja Paroquial de Escalhão ou Igreja de Nossa Senhora dos Anjos  
Esta Igreja, dedicada a Nossa Senhora dos Anjos, foi totalmente reconstruída no século XVI. A prová-lo estão os vários elementos que subsistem desde esse tempo, como a abóbada da capela-mor em estilo tardo-gótico ou manuelino, e os arcos torais de volta perfeita, na nave. Demore-se no interior, prestando especial atenção: aos painéis entalhados do retábulo do altar-mor; e, ainda no altar-mor, à representação escultórica dos quatro profetas (Isaías, Jeremias, Ezequiel e Daniel) assinalando a Antiga Escritura e dos quatro Evangelistas (Mateus, João, Lucas e Marcos) representando a Nova Escritura. Na sacristia, destacam-se o belíssimo lavado de remate concheado (séc. XVIII) e os frescos representando os quatro doutores da Igreja (São Gregório Magno, Santo Ambrósio, Santo Agostinho e São Jerónimo) e as três virtudes teologais a Fé, Esperança e a Caridade (séc. XVIII).  
40.948853, -6.926194falta

Almoço

Demore-se na Igreja Paroquial de Escarigo ǀ Igreja de São Miguel

Demore-se na Igreja Paroquial de Escarigo ǀ Igreja de São Miguel 
Quando lá chegar, saiba que está perante um dos exemplares de uma variante arquitetónica muito interessante, da Idade Média, identificada também em outras igrejas de Riba Côa. Uma única nave, muito larga e comprida, organizada longitudinalmente em tramos, marcados por imponentes arcos diafragma de volta inteira ou de perfil quebrado, combinada com uma cabeceira relativamente desenvolvida abobadada ou não. Encontra estrutura semelhante nas suas igrejas gémeas de Vilar Torpim, Castelo Rodrigo, Freixeda do Torrão, Almofala e Vilar Formoso. No interior, tome o seu tempo, pois são vários os pormenores dignos de atenção desta igreja, outrora integrada na Rota de Peregrinação de Santiago de Compostela.  
40.84268, -6.831849 

Visite a Aldeia Histórica de Almeida
Uma terra que já acolheu o povo lusitano, abriu as portas aos romanos e recebeu de braços abertos toda a cultura árab, tornando-se portuguesa com o Tratado de Alcanizes, em 1297. Hoje, é a si que Almeida dá as boas-vindas para que conheça toda a sua cultura.
40.725319, -6.905514

Visite a Igreja Paroquial de Malhada Sorda | Igreja de São Miguel 
Seja bem-vindo à Igreja de Malharda Sorda, cuja existência conhecemos desde 1320, na época dedicada a São João. As várias datas que vai encontrar um pouco por toda a estrutura corresponderão às várias campanhas de obras de que foi sendo objeto, e cujas marcas vai conservando – tudo serve para contar a sua já longa história. Preste atenção aos painéis, à pintura mural com cenas da Criação, ao teto da capela-mor, pintado em trompe l’oeil, aos caixotões com pinturas de temática mariana, aos ornamentos de brutesco que dão colorido ao arco triunfal, aos retábulos laterais, de decoração joanina, e às imagens junto ao altar.
40.534727, -6.913159

3º Dia Sabugal, Guarda - Manhã

Visite o Convento de Nossa Senhora da Sacaparte ǀ Santuário de Nossa Senhora da Sacaparte

Visite o Convento de Nossa Senhora da Sacaparte ǀ Santuário de Nossa Senhora da Sacaparte 
O Convento de Sacaparte é um dos maiores destaques desta região, sendo parte integrante de um conjunto que inclui também uma igreja, um cruzeiro e ainda um dólmen, elemento mais antigo do qual apenas sobram 3 pedras. O Convento e a Igreja, com origem no século XVIII, foram ocupados por monges, para auxílio a doentes e peregrinos. Seriam, mais tarde, convertidos em seminário e estabelecimento de ensino médico. O Convento foi deixado ao abandono no séc. XIX, aquando da expulsão das Ordens Religiosas, e tem vindo a ser destruído desse então. Reza a lenda que as pessoas que usavam as suas pedras para a construção de casas eram depois assombradas. 
40.395678, -6.894011

Visite a Aldeia Medieval de Vilar Maior
A povoação com origem entre finais do séc. XII e inícios do séc. XIII, estende-se pela encosta de um monte a 770 metros de altitude. Dominando o vale do rio Cesarão, numa região de terrenos graníticos, com boa produtividade agrícola na veiga ribeirinha. Numa terra encaixada entre os vales dos dois principais afluentes da margem direita do rio Côa, preste atenção ao castelo, ruínas da Igreja de Santa Maria do Castelo, pelourinho e ponte. Se quiser aprofundar o seu conhecimento da região, não deixe de visitar o museu, e aproveite o bónus de uma vista deslumbrante.
40.473939, -6.938647

Pare na Igreja Paroquial de Vilar Maior ǀ Igreja de São Pedro 
A primitiva igreja de Vilar Maior terá sido edificada no século XIII, época em que se pensa ter sido construída a torre sineira, que ainda hoje se conserva, embora tenha sido profundamente alterada em 1958. Alguns dos elementos exteriores que subsistem indiciam que terá sido reconstruída no séc. XVII. No interior, preste atenção: ao retábulo de estilo rocaille, oriundo do Convento de São Francisco da Guarda; à mesa de altar (pós Concílio Vaticano II 1961-1965), com as insígnias da Ordem Franciscana – dois braços estigmatizados, encimados por uma cruz latina. Aquelas armas têm origem na bênção dada por São Francisco na hora da sua morte aos frades que teriam aderido ao seu modo de vida; à pia batismal pré-românica ou românica vinda da Igreja de Santa Maria do Castelo; às marcas das antigas Capelas de Nossa Senhora do Ó e de Santo António; à pintura do teto da capela-mor; e ao intradorso do arco triunfal com decoração de marmoreados e elementos de gramática decorativa rococó.  
40.475172, -6.938251

Almoço

Visite a Igreja Paroquial de Aldeia Viçosa| Igreja de Santa Maria e Capela de Nossa Senhora do Mileu

Visite a Igreja Paroquial de Aldeia Viçosa| Igreja de Santa Maria
Não deixe de visitar a Igreja Paroquial de Aldeia Viçosa, com uma existência conhecida desde 1320 e data de construção certamente anterior. Dos elementos originais não nos chega qualquer vestígio, aquilo que encontrará é a sua estrutura reedificada do séc. XVII, ainda com alguns elementos do séc. anterior. Entre estes, preste especial atenção à pintura de Nossa Senhora da Graça (atr. Gaspar Vaz, 1535-1540), uma das últimas obras de grande importância saídas das oficinas de Viseu, integrada na ilharga da capela-mor à esquerda. Repare ainda nos bustos relicários de quatro mártires e várias pinturas. No séc. XVIII o seu interior é enobrecido com elementos de decoração barroca e rococó – o arco triunfal a talha dourada e o retábulos mor e colaterais são disso exemplo.    
 40.578753, -7.317647

Visite a Capela de Nossa Senhora do Mileu
Faça uma pequena pausa sob o teto que abrigou o cansaço de tantos peregrinos que fizeram desta pequena capela medieval sua ermida de passagem a caminho de Santiago de Compostela. A Capela do Mileu é, além disso, um dos principais exemplos de arte tardo-românica e estilo gótico de transição, com a simplificação ou desaparecimento dos elementos escultóricos, que passam a assumir uma estrutura mais modesta, em jeito de clara resistência aos esquemas góticos mais complexos. O trabalho escultórico é, aqui, rude e estilizado, resultado de escopro rudimentar. No exterior, destaque para a rosácea que permite a iluminação da nave, o portal reentrante, os modilhões de figuração animal, vegetal, humana e fantástica. Quanto ao nome, defende Frei Agostinho de Santa Maria, no séc. XVIII, que poderá ter que ver “com um milagre no contexto da luta entre cristãos e muçulmanos”. “Mileu” resultaria assim da conjugação das palavras “mil” e “eu” atribuídas à Virgem – “Para mil muçulmanos, eu!”.  
40.543720, -7.257197

Serra

Companion

A companhia perfeita para o ajudar a descobrir a serra da estrela. Disponível brevemente.

Iphone X

Geolocation

Cruzando as suas preferências e a sua localização, o companion irá fazer as melhores sugestões ao longo da sua viagem.